O momento justifica-o e o objecto da família, Ex-Militares da Companhia de Caçadores 3485, impõe-no. Vamos, todos, contribuir com notícias e estórias do presente e do passado.
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publicado por Alto Chicapa, em 30.01.10 às 15:16link do post | favorito

A vida é a arte do encontro embora haja tantos desencontros pela vida ( de Vinicius de Moraes).
 

É esta frase que dedico ao encontro da passada quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010, ao fim da manhã, com… bem, o encontro foi marcado para o Parque das Nações em Lisboa, bem pertinho do rio Tejo.
 

 

Foram quatro horas em que desfilámos realidades presentes e passadas da nossa… experiência de vida, mas muito mais haveria para conversar.
 

A troca de ideias ajuda e é importante para a mudança… que, de uma forma ou de outra, todos necessitamos.
 

Aqui deixo, um obrigado, ao amigo Álvaro Marques pelo empenho, e, um desejo de… voltar a ter a presença do João Perdigão noutras iniciativas.
 

Somos, como os grãos de areia que deslizam da mão, dos dedos, de volta ao piso que formam.
São milhares de milhares de milhões…
São pequeníssimos individualmente mas formam enormes dunas em conjunto… a sua fragilidade individual não se compara com a força que atingem quando formam um conjunto compacto.
São o exemplo do que somos e do que podemos ser… todos somos importantes.
 

Os bifes estavam bons… mas o convívio... foi bem melhor!
 

Não vou esquecer este dia de convívio, com o Álvaro Marques e o João Perdigão, obrigado e um abraço.
Carlos Alberto Santos
 

PS
No dia 16-01-2010, algures para os lados de Santarém, houve um encontro de “ ferrugentos”.

Não sabiam?

Pois é, e para que fique a constar, deixo-vos aqui um desafio e uma pergunta singela. Ninguém quer contar, como foi?

 

Até sempre.


Eu gostava!
 


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publicado por Alto Chicapa, em 27.01.10 às 00:05link do post | favorito

Fotografia de AndreBrito.com

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 22.01.10 às 15:49link do post | favorito

Cor, luz e textura são algumas das características, que preenchem o vazio de uma tela branca e que cresce a cada pincelada ou porventura se ligam a momentos e a histórias de vida.
 

Pinceladas de cores vivas, que preenchem espaços e vivencias, cores luminosas, que acendem partes de nós, e… muitas outras cores em traços e contornos de amizade.
 

 

Cores, luzes, texturas e muito mais, em telas, com a arte do nosso ex-enfermeiro Manuel Carvalho.
 

 

 Telas de Manuel Carvalho

 

É por tudo isto, que eu não consigo esquecer o Tchicapa.
 

Excelente… um abraço.
 

Carlos Alberto Santos

 

 


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publicado por Alto Chicapa, em 09.01.10 às 21:39link do post | favorito

Faleceu um amigo de hoje, um amigo de outras guerras, um amigo correcto.
 

Quando te visitei em Agosto, estavas optimista e satisfeito contigo e com a vida… o gosto pelas camélias… mas foi tudo tão rápido e inesperado, que ainda nem acredito.
 

Também sei que a morte é natural, mas… dói tanto.
 

Quando alguém passa para o outro lado, ainda com tanto para viver... é, também, uma mensagem para todos os que cá ficam e vivem com… é o convite à reflexão e ao propósito das nossas vidas.
 

Queria poder descrever os pensamentos que se apoderam de mim quando a morte surge, assim, inesperada e prematuramente, mas estas palavras talvez consigam apagar a minha revolta: a vida é um sopro muito, mesmo muito passageiro e nós esquecemo-nos, vezes demais.
 

Neste momento, só sei, que não serás esquecido! Esta é a minha homenagem, J.M.M. dos Santos. Até à Eternidade!
 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 05.01.10 às 23:17link do post | favorito

Perdem-se no tempo o canto das verdadeiras Janeiras, que antecediam o canto dos Reis.
 

Aqui bem perto de Ribafria em Alenquer, ainda hoje há quem cante os Reis apelidando-os de Janeiras, e vice-versa, uma tradição que é aproveitada com diversos fins, principalmente para angariação de fundos...
 

No Minho, as Janeiras começavam-se a cantar na noite de fim de ano, junto à lareira, sendo posteriormente levadas de porta em porta a alguns familiares e amigos, cantando a boa nova como outrora... em Belém.


Recordando... Zeca Afonso

 

Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras

 

Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas
 

Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte

 

 

Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra

 

 

Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza

 

 

Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura

 

Carlos Alberto Santos

 

PS

Amigo Esteves, aproveitando a mensagem "...cá pelo Norte, como sempre no inicio do ano irão estar activas as velhas rezadeiras e benzedeiras", gostava de ficar a conhecer um pouco dessas rezadeiras e benzedeiras.

 

Até sempre

 


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publicado por Alto Chicapa, em 01.01.10 às 23:48link do post | favorito

 

Foto@EPA/STR 

 

Carlos Alberto Santos


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