O momento justifica-o e o objecto da família, Ex-Militares da Companhia de Caçadores 3485, impõe-no. Vamos, todos, contribuir com notícias e estórias do presente e do passado.
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publicado por Alto Chicapa, em 30.05.10 às 23:29link do post | favorito

Quanto ao Programa água para todos, a administradora disse que já chegou à comuna do alto Chicapa e neste momento estão a ser preparados para expandir para a comuna do Cucumbi. Na comuna do Chassengue, acrescentou a fonte, o projecto está já na segunda fase, tendo abrangido as zonas do Camba Tchilonda e da regedoria Muatxissengue (ler mais).

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 29.05.10 às 22:27link do post | favorito

(embora um pouco longo merece ser lido)

 

O Raid é também uma referência na promoção turística de Angola, ao mostrá-la aos angolanos e ao mundo.

 

A prová-lo, a cobertura mediática que vem em crescendo. Este ano, com várias televisões a transmitirem imagens de grande beleza e vários “directos” mostrando a dureza da prova. A confirmação de que a mensagem vem passando são os muitos sites e blogues que utilizam de forma espontânea, imagens e textos relacionados com o Raid.

 

O itinerário de 2009 cobriu o Norte do País. O seu litoral (Ambriz, N’Zeto (ex-Ambrizete), Soyo (ex-Santo António do Zaire), Cabinda e, ainda, o interior das Províncias do Uige, Malanje, Kwanza-Norte e Kwanza-Sul, num total de 3700km., que foram percorridos de 16 a 25 de Maio.

 

Normalmente, a 15 de Maio, pontualmente, começa o cacimbo (estação seca) mas, este ano, houve chuva até mais tarde e os raidistas (cerca de 50, metade angolanos, metade portugueses) e as 18 viaturas TT da NISSAN, enfrentaram sérias dificuldades, principalmente em certos troços (argilas expansivas, frequentemente com componente vegetal). Assinala-se a dureza com que teve de ser vencido o troço do N’Zeto (Ambrizete)ao Uige (ex-Carmona). Num dia avançaram-se apenas 44 km.! Com constantes atolamentos a exigirem manobras alternativas (construção de variantes em “picada àla-minute”) e uso de cintas de reboque…

 

Para além das magníficas paisagens que se puderam observar (matas de café com frequentes “abertas” de plantação de citrinos e palmar), os participantes puderam conviver com uma população, pobre mas super-hospitaleira, a recuperar rapidamente dos efeitos do conflito armado, população que não escondia o seu entusiasmo por aquela visita às suas terras e que foi inestimável na ajuda à abertura dos tais “percursos alternativos”: jovens a brandirem catanas com enorme mestria, em poucos minutos “deitavam” o capim e os carros passavam a “corta-mato” evitando, assim, as traiçoeiras lagoas de lama…

 

Houve mesmo que pernoitar uma noite dentro das viaturas para prosseguir ao romper da aurora.

 

E logo a população surgiu a assar mandioca, batata-doce e ginguba (amendoim), fazendo com que alguém nos dissesse: “acabou por ser uma
noite muito agradável. Vi um céu magnificamente estrelado e senti-me em segurança total. Não me sentiria assim se tivesse que dormir no meu
carro na marginal Lisboa-Cascais…”


Hospitalidade, beleza e optimismo...

 

Impressões gerais: A inegável hospitalidade e cordialidade das populações. A beleza das paisagens e das terras: a praia do Ambrizete, a força das águas na Foz do Rio Zaire, as florestas de Cabinda, a memória histórica de N’Banza Congo – ex-S. Salvador do Congo – onde se encontra a primeira Igreja católica de pedra e cal, a Sul do Sahara, as matas de café, a vitalidade das terras com o Negage e Camabatela, as quedas de Kalandula – ex-Duque de Bragança - o Rio Kwanza – na ponte Filomeno da Câmara, no Dondo, na Muxima – as Cachoeiras do Binda, Porto Amboim… Tudo são imagens que se fixaram indelevelmente nas nossas memórias…


Outras impressões que nos marcaram: O optimismo no futuro. Todas as pessoas falam em novos projectos e em novas iniciativas (A crise chegou. Angola passou de 15% de crescimento em 2008 a uma previsão de 0% este ano, mas o optimismo e a vontade de fazer estão presentes).

 

A pujança do português. Em todo o lado a comunicação é predominantemente em português.
Mesmo na fronteira do Massabi (entre Cabinda e o Congo Brazaville), onde um imenso mercado anima as relações – frequentemente familiares – de um lado e de outro da fronteira, o português era a base da comunicação. O português, através de Angola, irradia para os países vizinhos.

 

Outra impressão forte, a da reconstrução nacional. Muitos prédios estão em recuperação e reabilitação. As estradas em Cabinda são boas.
Uma óptima estrada abre-se a norte do Rio Kwanza, entre Kapanda (a barragem construída por brasileiros e soviéticos) e o Alto do Dondo.

 

O Turismo dá os primeiros passos. Logicamente, começando pelo turismo interno. Em três anos são visíveis as diferenças, para melhor, na qualidade do serviço, nas pequenas unidades hoteleiras que por toda a parte vão surgindo. Uma referência especial à Estalagem de Cabuta (perto do Calulo), propriedade das organizações Ritz. Os edifícios desta estalagem, além de lindíssimos, estão também inseridos numa mata que parece um jardim botânico, com vistas magníficas.

 

A maior e a mais importante das impressões positivas é o da Paz e Segurança. Nos últimos três anos fiz mais de 15 mil kms em todo-o-terreno em Angola. Jamais senti qualquer constrangimento em matéria de segurança. Os angolanos sabem o que lhes custou o não terem tido Paz durante demasiado tempo e hoje – parece-me – é coisa que, de forma alguma, querem perder.

 

Terra de grande beleza, emoções e muitas lições, esta Angola do século XXI. Para recordar e para acentuar que ela é assim porque as suas bases culturais são muito diferentes das dos outros países. Coordenei a edição de um livro, que teve a colaboração de nomes de elevada competência, contando um pouco de História e estórias das terras visitadas pelo Raid. O livro – patrocinadopelo Banco Keve – foi editado pela Pangeia Editora, em Portugal, e pelas Edições Chá de Caxinde, em Angola.
Acho que vale a pena ler o livro para se compreender melhor esta Angola do Sec. XXI. Anda a escrever sobre Angola muita gente que não sai de Luanda. E em Luanda não sai do asfalto. E no asfalto não sai do Hotel Trópico…

 

Angola não é terra para ser vista de uma forma redutora. E para o ano, se Nossa Senhora da Muxima ajudar, lá estamos de novo… Desta vez será o Leste?

 

Um texto de Miguel de Anacoreta Correia na Revista do INATEL

 

A 5ª Edição Raid TT Kwanza Sul - 2010 vai acontecer entre os dias 23 de Junho e 4 de Julho (ler mais)

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 28.05.10 às 22:48link do post | favorito

 

Saurimo – Um complexo hoteleiro, com 53 quartos, será inaugurado hoje (sexta-feira) na cidade de Saurimo, no âmbito das celebrações do 54º aniversário dessa urbe que se assinala hoje, 28 de Maio (ler mais).

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 25.05.10 às 22:49link do post | favorito

 

5ª Edição Raid TT Kwanza Sul - 2010

 

Entre os dias 23 de Junho e 4 de Julho, Angola será palco 5ª edição do Raid TT Kwanza Sul. Uma iniciativa conjunta da Câmara de Almada e do Governo da Província do Kwanza Sul.

 

Tal como nas anteriores edições, o objectivo do raid é levar um abraço fraterno à população do Kwanza Sul e ajudar a promover uma região de grande potencial para a prática do desporto, aventura e turismo.

 

A sua realização decorre da cooperação existente entre o Município de Almada e esta Província há mais de 12 anos, que se tem traduzido, entre outras acções, na construção de escolas, na recuperação de património e na elaboração de planos de gestão do território.

 

Desde 2005 o Raid tem ganho uma visibilidade crescente na comunicação social portuguesa, angolana e internacional.

 

Esse aumento de visibilidade traduz-se este ano, pela primeira vez, na realização de uma viagem em autocarro de turistas portugueses por alguns dos locais já visitados no Raid. Um primeiro sinal de que esta iniciativa começa a dar os seus frutos e de que é um verdadeiro instrumento de promoção do turismo angolano e, por isso, da sua economia.

 

Do Boletim Municipal da Câmara Municipal de Almada, Maio de 2010.

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 21.05.10 às 22:26link do post | favorito

 

 

 

De Cartoons

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 19.05.10 às 23:38link do post | favorito

 

Stôra, então…

 

Sabendo gerir “os falsos” e separar as águas, tudo vai ser, bem mais, fácil e acredito, que os seus alunos vão ficar, muito, atentos.

 

Se fosse seu mestre dava-lhe um excelente, e... se fosse seu aluno... fazia tudo para ir sempre à prova oral.

 

Mas... atenção, com tanta crise orçamental, se alguém nos impostos se lembra ou descobre que andam por aí muitas capacidades escondidas, não sei, não!

 

Agora... fogueiras?

 

de henricartoon

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 13.05.10 às 23:11link do post | favorito

 

De AngolaBela

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 06.05.10 às 22:25link do post | favorito

Numa viagem… aprendi, que o facto dos nossos "se…entas" e um estado intelectual geral ainda capaz de romper meias solas nos dá o privilégio de termos saudáveis considerações sobre nós, sobre nós mesmo, em vez de estarmos mais preocupados em considerações e julgamentos sobre os outros.

 

Fiquei com a certeza de que as nossas vidas atingiram um certo estatuto onde a participação nas reuniões pela convivência são um presente e o rever de amigos se sobrepõe à parte “pantagruélica”, ou seja: os comes e bebes não são mais o atractivo e… até se evitam.

 

Era tremenda a satisfação dos cumprimentos, os abraços aos amigos, o beijar das damas e da meia dúzia de palavras trocadas, se… o assunto não dava para esticar uma boa conversa.

 

Tive a certeza, de que existi e que fiz parte de um Universo, nós e os outros. Aconteceu às vezes, em refeições, ficar-se em mesas separadas, mas, pelo facto dos nossos amigos estarem no ambiente, a satisfação é igual e… um simples aceno de mão bastava.

 

Vivam muito e intensamente, enquanto é tempo.

 

Mesmo, com algumas limitações, acreditem... ninguém repara, os outros estão iguais.

 

Afinal… a vida são apenas dois dias… e um e meio, já passou!...

 

 

Obrigado ao

Alfredo Gomes, esposa e filho

Antonino Pinto e esposa

Domingos Dias, esposa e ao casal amigo

José Canossa, esposa e neta

Manuel Carvalho, esposa, irmão e cunhada

Manuel Coimbra e esposa
Manuel Esteves e esposa

Álvaro Marques e esposa

Carlos Oliveira e esposa

Daniel Velosa e esposa
Eduardo Almeida e esposa

Fernando Ferreira e esposa

Joaquim Ribeiro e esposa

 

Até sempre

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 01.05.10 às 00:13link do post | favorito

Esta aposta...

 

Vai proporcionar a reabilitação de vias secundárias e terciárias...

 

Vai atenuar as dificuldades de escoamento de produtos em áreas potencialmente produtivas do interior, com destaque... (ler mais)

 

Carlos Alberto Santos

 


Ex-Militares da 3485 no MEO Kanal
Canal nº 888882 – Ex-Militares da 3485 no MEO Kanal
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