O momento justifica-o e o objecto da família, Ex-Militares da Companhia de Caçadores 3485, impõe-no. Vamos, todos, contribuir com notícias e estórias do presente e do passado.
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publicado por Alto Chicapa, em 26.04.14 às 00:01link do post | favorito

Um jovem desempregado e com dificuldades, resolveu ser prostituto.
Colocou uma placa na frente de sua casa que dizia:

SEXO
NA CAMA: 100,00 euros
NO SOFÁ: 50,00 euros
NO CHÃO: 25,00 euros
 
Uma idosa que passava por lá... viu... correu para casa, partiu o mealheiro e foi ter com o jovem.
 
Ele conta... são 100 euros.

O jovem olha para ela e diz:
- Quer na cama então?
- Não seja criança meu filho… Eu quero é 4 vezes no chão.

 

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publicado por Alto Chicapa, em 25.04.14 às 00:01link do post | favorito

A liberdade tem vários rostos, lutas, razões e maneiras de se manifestar na sociedade. Ao longo do mês de Abril, aos sábados, na Revista do Expresso e no Jornal da Noite, da SIC... (Ler mais aqui).

 

 


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publicado por Alto Chicapa, em 23.04.14 às 00:01link do post | favorito
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publicado por Alto Chicapa, em 20.04.14 às 22:49link do post | favorito

 

 

 

 

Fotos ABOLA

 

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publicado por Alto Chicapa, em 19.04.14 às 00:01link do post | favorito

Uma mulher foi presa por roubar no supermercado.

 

Quando estava no tribunal, o juiz perguntou-lhe:
- O que é que a senhora roubou?
– 1 lata pequena de pêssegos.
 
O juiz perguntou-lhe o motivo do roubo, e ela respondeu:
- Porque estava com fome.
 
O juiz então perguntou à senhora quantos pêssegos tinha a lata:
- Tinha 6 pêssegos.

- Vou mandar prende-la por 6 dias, 1 dia por cada pêssego, mas... antes que o juiz pudesse terminar a sentença, o marido perguntou se poderia ter uma palavra com o juiz sobre o acontecido.
 
O Juiz disse que sim, e perguntou o que queria ele dizer. 
- Ela também roubou uma lata de ervilhas!!!

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publicado por Alto Chicapa, em 18.04.14 às 00:22link do post | favorito
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publicado por Alto Chicapa, em 14.04.14 às 22:45link do post | favorito

Para quem ainda não sabe, que o nome da Feira da Ladra em Lisboa não tem nada a ver com ladras ou ladrões, mas sim com a língua árabe. De facto a Feira da Ladra remonta ao século XIII(ou mesmo antes), quando a língua árabe era ainda familiar em Lisboa, apesar das barbaridades cometidas pelos cruzados (supostos cristãos), que a conquistaram aos  Mouros.  A conquista "cristã" de Lisboa em 1147 foi um desgraçado desastre para a cidade. Diz-se que o nosso primeiro rei, impotente perante o assalto assassino à população de Lisboa, que vivia civilizada e em comunidade com os cristão arabizados, sofreu por ver que os seus aliados do Norte da Europa, não distinguiam as pessoas, e para eles todos eram infiéis e inimigos, que se deviam matar desapiedadamente. Afonso Henriques queria, sim, a cidade, mas não queria um genocídio. Enfim, entre mortos e feridos, alguns escaparam e a feira passou a ter o seu nome:

Feira da Ladra, que realmente quer dizer Feira da Virgem (a Mãe de Jesus), pois "A Virgem" em árabe diz-se "al-aadraa" (???????).

Esta palavra, ouve-se repetidamente na "Nursat", o canal televisivo dos Maronitas (Católicos) do Líbano.

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publicado por Alto Chicapa, em 12.04.14 às 00:01link do post | favorito

Na Ribeira, Porto:

- Ó Guida, logo à noite bais às Antas?

- Naue, bou ó cinema.

- Bais ber o quiê?

- Olha, bou ber os "Colhões de Nabarone ".

- Ó Guida, naum é os 'Colhões de Nabarone'; é os 'Canhões de Nabarone'.

- Óh??? Fodasssse!!! Atoun, bou às Antas!!!

 

Enviada Jose Canossa

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publicado por Alto Chicapa, em 10.04.14 às 23:57link do post | favorito

Nem sempre a conciliação de interesses leva a um estado permanente de compreensão mútuo entre os países, o que torna inteligível o eventual surgimento de situações inusitadas e inesperadas. É normal que as relações entre Angola e Portugal também passem por situações menos boas, sendo o mais importante a capacidade de se ultrapassar os percalços e evoluir-se positivamente para os pontos que unem. E não há dúvidas de que os actores políticos têm sido exemplares na medida em que, além da boa gestão dos acidentes de percurso, procuram institucionalmente fortalecer os laços bilaterais, a cada dia que passa.
Para muitos, não era expectável que instituições dos dois países, independentes e soberanos, com uma profundidade de conhecimento e interesses mútuos, pudessem arriscar tanto os laços bilaterais por causa de questões ligadas ao vazamento para a imprensa de documentos e informações de foro judicial. Mas foram, sobretudo, os órgãos de imprensa, com alguma conivência ou incúria dos órgãos judiciais, que ao promoverem a violação sistemática do segredo de Justiça em Portugal, causaram sérios problemas à relação bilateral.
Embora os laços e a cooperação económica nunca estivessem em causa, na verdade, os indícios de mal-estar fomentados pela imprensa portuguesa deveram-se, em grande medida, a algum saudosismo de alguns sectores políticos que se incompatibilizam com o estado actual das relações bilaterais. (Ler mais aqui)

 

 


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publicado por Alto Chicapa, em 07.04.14 às 00:01link do post | favorito

Só quando um mosquito pousa nos teus testículos, percebes que nem tudo na vida se resolve com violência!

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Ex-Militares da 3485 no MEO Kanal
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