O momento justifica-o e o objecto da família, Ex-Militares da Companhia de Caçadores 3485, impõe-no. Vamos, todos, contribuir com notícias e estórias do presente e do passado.
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publicado por Alto Chicapa, em 01.01.10 às 23:48link do post | favorito

 

Foto@EPA/STR 

 

Carlos Alberto Santos


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publicado por Alto Chicapa, em 23.12.09 às 00:09link do post | favorito

A Companhia de Caçadores 3485 foi uma das três companhias operacionais do Batalhão 3870. Formou-se, no ano de 1971, no quartel de Chaves e no Campo Militar de Santa Margarida.

 

Podes recordar aqui, com algumas imagens, todos os nossos nomes.

 

Esteve em Angola de Fevereiro de 1972 a Julho de 1974.

 

...terra de magia e beleza... que podes recordar aqui, com fotografias cedidas pelo António Ferreira, Daniel Velosa, Carlos Alberto Santos, Álvaro Marques, Carlos Oliveira, Carlos Tavares Santos e Manuel Coimbra.

 

 

 

Angola, terra de magia e beleza, marcou a nossa juventude. As nossas memórias, entre perigos e alegrias, retiveram as populações, muitas e variadas paisagens de sonho e a camaradagem. Luanda, Nova Lisboa, Luso, Henrique de Carvalho, Teixeira de Sousa, Gago Coutinho, Sacassange, Canage, Lucusse, Alto Chicapa, António Cavula, Camachilonda, Cacolo, …, (nomes da época), fazem parte das nossas vidas.

 

...esta época, que fez parte das nossas vidas, e que podes recordar aqui com textos escritos por Manuel Esteves com Cambatxilonda, Manuel Carvalho com Paragem Leste  e Carlos A Santos com Chicapa, o final da viagem e As minhas conversas com Sá Moço.

 

 

 

Como qualquer guerra, esta foi igualmente injusta, estúpida, cruel e que em muitos momentos nos fez sofrer tanto, mas qualquer que seja a abordagem a este passado, sabemos que é extraordinário em todos os aspectos a camaradagem e a amizade que se mantém, como podes ver:

Um Feliz Natal para todos, e... um abraço do tamanho do Txicapa, como diz o nosso bom amigo Manuel Esteves.

 

Também desejo, umas Boas Festas e de um Bom Ano Novo ao povo angolano.

 

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 20.12.09 às 23:22link do post | favorito

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 06.12.09 às 23:16link do post | favorito

Uma rede 61 hotéis vai nascer em Angola nos próximos anos.

 

É um investimento que a AAA Activos está a efectuar, visando tornar o sector mais competitivo e alargar a oferta com a criação de unidades hoteleiras simultaneamente voltados para os diversos segmentos de mercado, disse ontem, à imprensa, o presidente da empresa, São Vicente.
 

A marca “Ika Hotel” é destinada ao segmento alto e está prevista a construção de uma rede de 21 hotéis em todo país, ao passo que para a marca “Iu Hotel” para o segmento médio e baixo está prevista, na primeira fase, a construção de 40 hotéis, numa altura em que já alguns estão a ser erguidos.
 

A primeira marca, de luxo e imponente, tem 200 quartos por unidade, dos quais 145 quartos executivos e cinco suites executivas luxuosas.
O IU Hotel, simples e com serviços limitados, conta com 60 quartos. Parte considerável cadeia de hotéis está pronto até Agosto ou mesmo Setembro do próximo ano.
 

O investimento, afirma São Vicente, vai abranger todas as capitais provinciais e numa segunda fase alguns municípios, mercê da sua importância e dinamismo económico.
Os IU Hotéis do Lubango (Chela), Luanda (Talatona) são os que estão em fase avançada de construção.
 

Promover o turismo doméstico e dotar o país com uma rede hoteleira competitiva em todas as províncias é o objectivo do investimento que a AAA Activos está a realizar. “Queremos apostar e estimular o turismo e o movimento de angolanos dentro do seu próprio país para evitar que gerações de angolanos desconheçam o país e isto passa pela criação de condições”, referiu.
 

“Em Angola estamos habituados a falar em hotelaria mas trazemos um conceito que assenta na hospitalidade, no sentido de incentivar a mobilidade das pessoas e o turismo doméstico”, completou o presidente das AAA, São Vicente.

 

Notícia Jornal de Angola

Transcrita por Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 23.11.09 às 23:50link do post | favorito

A Ilha de Luanda, que nos últimos anos se descaracterizou devido, principalmente à anarquia criada pelo betão e falta de civismo, começa a ganhar nova imagem, que a vai transformar no "cartão de visita" da capital, pólo de atracção turística e espaço de lazer.

 

Dentro dos próximos 24 meses, a Ilha de Luanda vai dispor de acessos mais fáceis, de mais restaurantes e espaços de lazer e de mais higiene.
O programa de requalificação da Avenida Murtala Mohamed, que vai do restaurante Jango Veleiro ao Ponto Final, numa extensão de sete quilómetros, está a transformar o principal “postal ilustrado” de Luanda.
 

Ao longo do percurso, vão ser erguidos 25 balneários, quadras para desportos, quiosques e restaurantes. A reabilitação enquadra-se no programa Vias de Luanda, que levou já melhorias às Avenidas Deolinda Rodrigues (1º de Maio), Ho Chi Minh e Revolução de Outubro, nas imediações do aeroporto 4 de Fevereiro.
 

A transformação da Ilha de Luanda contempla um “conceito inovador de aproveitamento dos espaços, proporcionando mais áreas de turismo e de lazer e melhorias substanciais na circulação rodoviária”, afirmou, ao Jornal de Angola, o director de contrato da empresa resonsável pelo projecto.
 

As obras são executadas por etapas, estando já concluídos, em 30 por cento, as do troço que vai até ao Hotel Panorama. Cada sentido da via vai ter três faixas de rodagem e mais uma para estacionamento, além de um canteiro central e um calçadão, com 25 metros de largura. As duas antigas juntas, incluindo os locais de estacionamento, tinham oito metros de largura.
No local, vão ser construídos um restaurante, com capacidade para cem pessoas, um anfiteatro, um espaço para a prática de desportos de praia, postos salva-vidas e unidades de Polícia.
 

O segundo trecho, do Panorama ao Farol, vai passar a ter duas faixas de rodagem em cada sentido. Ao longo do percurso, onde for necessário, a costa vai ser reforçada com barreiras para evitar que o mar, durante as calemas, invada a terra e chegue às casas, como acontece quase todos os anos.

Salvar a floresta
O projecto de requalificação da Avenida Murtala Mohamed contempla, também, a floresta, onde a falta de manutenção e a ocupação anárquica quase levaram à extinção das árvores.

 

O projecto prevê a divisão da zona em três sectores: ambiental, infantil e desportivo. Os novos espaços passam a estar ligados por uma alameda de palmeiras, que vai até à praia. Para reflorestar o local, com 125 mil metros quadrados, está a ser criado um viveiro, com plantas nativas, principalmente coqueiros e palmeiras.
 

“Vamos evitar estruturas pesadas, queremos privilegiar o aspecto ambiental em áreas de lazer e dedicadas às crianças”, disse o responsável da empresa, Marcos Rabello.
Os aparelhos a instalar serão basicamente feitos de madeira, dando ao ambiente um aspecto mais saudável e limpo. Marcos Rabello referiu que a reabilitação da Avenida Murtala Mohamed não se prende às infra-estruturas.
O projecto vai ser acompanhado de acções de educação ambiental, recolha de resíduos sólidos, montagem de áreas verdes e instalação de mobiliário para ginástica, em várias etapas do trecho.

Devolver a luz ao farol
No Ponto Final, além da extensão da via e da construção de novas rotundas, a grande intervenção vai ser feita no farol, devolvendo a beleza e a notoriedade a este símbolo da história dos habitantes da Ilha.
Marcos Rabello realçou que a ideia é incorporar ao projecto todos os equipamentos existentes, mantendo-os onde estão ou realojá-los.

População aprova
Os habitantes da Ilha de Luanda, que viram a degradação da zona acentuar-se cada vez mais, como consequência do trânsito caótico e do crescimento desordenado das habitações, elogiam a reabilitação.
 

João Ramos Meneses, o soba Menezes, natural da Ilha, elogia os trabalhos realizados e refere que “há muito que o local precisava de uma intervenção do género”.
 

Nascido há 76 anos, o soba Menezes diz que as “estradas já estavam muito pequenas para a Ilha de hoje” e que o “trânsito intenso e as faixas tão pequenas” tiravam o brilho e contribuíam para aumentar o número de mortes por acidentes. Soba Meneses espera que os projectos em curso sejam complementados com programas de fornecimento de água, energia e saneamento básico. Pede também a intervenção do Governo para parar com as crescentes construções de betão que “nascem quase todos os dias na Ilha”.


Notícia Jornal de Angola

 

Transcrita por Carlos Alberto Santos

 


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