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Notícias e Estórias

O momento justifica-o e o objecto da família, Ex-Militares da Companhia de Caçadores 3485, impõe-no. Vamos, todos, contribuir com notícias e estórias do presente e do passado.

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De passagem... pela Irlanda, a primeira impressão - Agosto 2019

Alto Chicapa, 13.08.19

A Irlanda, ainda a “Esmeralda da Europa”, é mágica e mítica. Bom, de verdade. A paisagem não mentia: - Os campos verdes, as casas baixas e um sol surpreendente eram visíveis do avião.

À nossa chegada, comentaram: - Trouxeram o sol de Portugal!

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Foi uma viagem de sonho, que me encantou, pela simplicidade do acolhimento, pelo turismo real e pacato, pelas doces melodias, pelas danças de influência celta e únicas no género. Merecia mais um ou dois dias.

Num dia, entre as 4 estações do ano, revivi: - O meu compêndio de geografia, com as imagens da Calçada dos Gigantes, os filmes, sobre Vikings e as vivências de Velhos Lobos-do-mar nos Pubs e os livros clássicos de contos, inspirados em lendas ou duendes em penhascos perigosamente belos e, também, dos verdadeiros heróis da resistência. Há lendas para todos… sabiam que há um pote de ouro no fim do arco-íris irlandês?

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É bom sair da rotina e envolver todos os sentidos para experimentar coisas novas, alimentos menos habituais e conviver com pessoas em culturas diferentes. Até os problemas, em viagem, que ninguém os quer, são os que, regra geral, dão as melhores histórias, aposto… é essa a história da viagem que todos estão a contar.

Temia-se um tempo chuvoso ou até invernoso, mas, na verdade, foi o sol que venceu por maioria relativa. Apesar de tudo, a aliança entre São Pedro e São Patrício, funcionou muito bem.

Este tipo de viagem, em circuito, por vários locais, apesar de cansativa, pelos 1823 km, mas percorridos em boas estradas largas e com as bermas muito bem tratadas, compensa sempre… cidades, monumentos, paisagens únicas e muitas histórias, algumas impensáveis… como, aquela, a da gargalhada… a afastar a chuva.

As paisagens maravilhosas lembraram-me os Açores. Por ali também cheira a pasto, com muitas vacas e ovelhas a dominarem o horizonte. Contudo, as casas, maioritariamente pequenas e de piso térreo, fazem lembrar mini mansões de brincar onde as janelas, sem portadas ou precianas, estão cuidadosamente enfeitadas com uma jarra, flores e cortinas brancas, bordadas à moda dos anos 80.

Em cima de tanta beleza, foram muitos os ambientes naturais visitados, desde fenómenos geológicos únicos a praias com vacas e pessoas, a montanhas e vales, a vilas rurais ou de pescadores e a monumentos em ruinas, embora visitáveis, desde as Abadias a Mosteiros, castelos românticos a palácios e igrejas a fortalezas.

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Estive lá:

1- Em terras do Titanic, em Belfast, a capital da Irlanda do Norte. Lembrou-me Londres pelos cheiros, pelas bandeiras e, até, pela confusão urbanística de prédios muito altos e menos altos entre casas de um ou dois pisos. É incrível… como as nossas memórias aparecem certas e no momento!

2- Na Republica da Irlanda, em Dublin, a capital e a maior cidade da Irlanda. Como acontece em toda a ilha, a limpeza é bandeira. Não me lembro de ter visto caixotes para despejar muito ou pouco lixo, polícias e até seguranças. Os prédios são baixos e bonitos, bem preservados e num estilo incomparável, mesmo quando funcionam como Pubs. A propósito, vai um pint da Guinness?

3- No Passeio dos Gigantes ou Causeway, como é chamado. Um fenómeno geológico misterioso, talvez de uma erupção vulcânica, ao qual estão ligados mitos e variadas lendas. Imperdível.

4- Na Carrick-a-Rede, uma ponte de cordas, suspensa a 30 metros acima do nível do mar e com 20 metros de comprimento. Um grande desafio para alguns de nós. Terrível, dizia-me a senhora X, ainda em lágrimas… provavelmente tinha acabado de vencer o medo.

5- Na vila de Knock, no Condado de Mayo, no coração mariano da Irlanda. É um santuário de peregrinação católica e de oração a Nossa Senhora do Silêncio. A moderna construção apoiada em 32 pilares, para uma estrutura central e cinco capelas, é admirável, acolhedora e simples. O recinto inclui ainda a igreja inicial, uma capela recente e o Knock Folk Museum.

6- Em Kylemore, no Oeste da Irlanda, entre o lago Pollacappul e as montanhas de Connemara. Um notável castelo, originalmente construído em 1867, cheio de histórias e tragédias, novas técnicas de engenharia e experiencias agrícolas. É considerado um dos edifícios mais românticos da Irlanda.

7- Em Galway city. Uma cidade amuralhada que nasceu a partir de uma pequena comunidade de pescadores. Multidões… pela primeira vez. A localização e o porto natural ajudaram a um comércio bem-sucedido com Portugal.

8- Nas falésias de Moher, um local lindo e muito bem preservado a 214m acima do Oceano Atlântico Selvagem, há paisagens deslumbrantes.

9- Em Limerick, uma cidade importante da Republica Irlanda, onde se pratica o intercâmbio de estudantes. Aqui, fomos recebidos pela chuva. No centro histórico, foi-nos proporcionado uma visita à Catedral de Saint Mary’s e ao Castelo de King John’s do século XIII.

10- Em Portmagee, uma aldeia piscatória típica e muito colorida, que foi o ponto de partida para uma visita de barco às ilhas Skellig. Devido ao vento, ao mar agitado e a alguma prudência, não viajei. É um local rochoso, cheio de história, onde os monges conseguiam ser autossuficientes, e um habitat natural de muitas aves marinhas, como o papagaio-do-mar. Também, ali foram rodadas algumas cenas do último filme do Star Wars.

11- Em Cork, uma cidade universitária. Pareceu-me a cidade menos irlandesa e com menos alma. Visitámos a catedral Anglicana de São Fin Barre e o Castelo Celta e medieval de Cashel.

12- Em Kilkenny, uma cidade bastante acolhedora onde a simpatia das pessoas parece ser constante. É a cidade de duas famosas cervejas, a mais conhecida dá pelo nome Kilkenny e a outra, Smithwick. Com alguma chuva, ainda conseguimos explorar os jardins do castelo, as lojas das redondezas e algumas ruas.

Mais tarde, escrevo mais um pouco sobre estes locais e, também, publico algumas fotografias.

Hoje, depois de visitar a Irlanda, ainda não compreendo a razão por que não se promove este destino. Tem história, arquitetura, costa e muito mais… e em turismo de qualidade.

Apenas um reparo: - A manutenção das infraestruturas dos hotéis de 4*, que conhecemos na Irlanda, ou não existe ou é do quarto mundo. Mau.

Agradeço… os bons momentos, a excelência dos companheiros de viagem, a qualidade e a energia da guia, uma companhia e um doce, e ao Sr. Padre David pela coragem em acreditar num destino difícil, que só o é na cabeça das pessoas. Um “paraíso” na terra, a visitar, e acreditem: - Não é mais do mesmo ou ir “viajar” por “viajar”.

Carlos Alberto Santos

www.cc3485.pt

De passagem... por Kotor e Budva, Montenegro

Alto Chicapa, 10.10.17

Montenegro é um país muito jovem, muito pouco desenvolvido e sem moeda própria. Usam o euro, apesar de não estarem integrados na Comunidade Europeia. Fora das cidades há alguns campos agrícolas, pequenas casas dispersas, algumas inacabadas.

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As paisagens são genuínas e incríveis, ao ponto de ficarmos indecisos se tiramos mais uma fotografia ou ficamos a olhar mais um pouco.

Enquanto circulamos nas estradas estamos rodeados por Montanhas Rochosas Negras, daí vem o seu nome, Montenegro.

Nas cidades, que visitei, Kotor e Budva, há zonas densamente construídas, com casas, prédios estruturas de praia, estas sem gosto e muito pouco agradáveis à vista.

Durante as visitas os guias também privilegiavam os locais de filmagens, as casas de celebridades e as cadeias de hotéis que compraram ilhas. Fiquei com a ideia, que deixavam para um segundo plano tudo o que era cultural ou talvez porque há pouco para mostrar, mas não... Montenegro não é só paisagens de cortar a respiração.

A verdade, é que as minhas perspetivas não eram as melhores, mas a beleza incrível do país, onde tudo se mantem quase intato e preservado, transformou este destino num bom sonho inesquecível com tudo para umas belíssimas férias, a baixo custo.

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Cidade de Kotor

No interior das muralhas, que trepam montanha acima, há pedras sobre pedras carregadas de história, há ruas estreitas com ar medieval e com verdadeiras obras de arte arquitetónicas, lojas, restaurantes, bares e esplanadas. A cidade, PATRIMÓNIO MUNDIAL DA UNESCO, visita-se rapidamente e sem pressas, mas tal como aconteceu em Dubrovnik / Croácia de um momento para o outro estávamos envolvidos numa multidão de turistas vindos dos cruzeiros no mar Adriático.

Portão do Mar

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Praça das Armas

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Catedral de São Trifão

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Igreja de São Lucas

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Palácio Pima

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Gatos de Kotor

Os gatos e a cidade são tudo num só movimento. A dedicação culmina num museu próprio. A  sua personalidade é visível em vários recandos, monumentos ou lojas. Dizem que na ex-Jugoslávia os gatos salvaram a população da peste.

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Cidade de Budva

É, também, uma mistura de muralhas históricas, com lojas de artesanato, restaurantes, esplanadas e ruas estreitas, e a zona das praias, com palmeiras, muitos hotéis e muita gente a deslocar-se para a praia.

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 Carlos Alberto Santos

De passagem... por Mostar, Bósnia e Herzegovina

Alto Chicapa, 21.09.17

Bósnia e Herzegovina é uma parte da ex-Jugoslávia. Hoje, um país independente, desde 1992, nos Balcãs.

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Tem fronteiras com a Croácia, a Sérvia e Montenegro. Está entre montanhas, florestas, alguma agricultura e uma mistura de culturas (Croatas, Sérvios e Bósnios) e de religiões (croatas - Cristãos Católicos, bósnios - Muçulmanos e sérvios - Cristãos Ortodoxos). Esta complexidade racial e religiosa foram a causa de muitas guerras.

A capital é Sarajevo. Mostar é a quinta maior cidade e a capital da região da Herzegovina.

Mostar, tem a marca do domínio otomano, que permanece pela religião, na cultura e arquitetura. O centro histórico lembra uma pequena cidade turca com bazares, mesquitas e pequenos restaurantes.

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Por onde se caminhe ou olhe, há casas completamente destruídas e abandonadas a conviverem com outras, que ficaram habitáveis apesar de todas as suas paredes exteriores terem sido alvejadas. Apesar de tudo, os novos edifícios e a reparação das fachadas ainda não conseguem apagar o testemunho do massacres da guerra da Bósnia.

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A Ponte Velha (Stari Most), que cruza o rio Neretva está cheia de história e de reviravoltas. É um dos monumentos mais famosos do país e um dos mais belos exemplos da arquitetura islâmica. Os seus 24 metros de altura motivam e exigem muita perícia aos jovens que arriscam mergulhos no rio em troca de donativos dos turistas.

Nos anos 90, durante a guerra, a ponte foi destruída. A sua reconstrução, que demorou quase dez anos, terminou em julho de 2004.

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Carlos Alberto Santos

De passagem... pelos Lagos de Plitvice, Croácia

Alto Chicapa, 02.09.17

Há muito tempo que sonhava visitar um Parque Natural.

Maravilhei-me com fotografias, como esta... (fotografias tiradas com telemóvel)

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como esta...

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como esta...

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Com a tranquilidade que só a vida me vai dando, confesso: - Não foram as orlas marítimas da Croácia, o sol, o cheiro do mar Adriático ou a gente bonita a fascinarem-me, mas os Lagos. Os Lagos de Plitvice (Plitvicka Jezera) foram para mim, sem sombra de dúvida, a principal atração turística da Croácia e acabaram por ser um dos meus principais objetivos.

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No entanto, nada do que eu escreva ou as melhores fotografias conseguem fazer justiça à beleza daquela maravilhosa criação da natureza; são os ruídos da água, das aves e peixes, os cheiros da vegetação e da terra húmida, as infinitas tonalidades de cor dos lagos variando em tons azuis e verdes que juntando com as quedas de água e a floresta formam um cenário único. Para todo o lado que se olha tem-se a impressão de ser um mundo de fantasia ou o paraíso na Terra.

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Para visitar todo o parque são recomendados 4 dias, mas uma caminhada - 4 horas de deslumbramento - num belíssimo ambiente, composto por 16 lagos unidos por quedas de água foram suficientes para ver o principal e sem dúvida, ficar encantado. Uma grande parte do passeio é feito a pé entre terra batida, escadas e passadiços de madeira.

Só se nota que o parque está com bastantes visitantes quando se anda nos passadiços e se quer tirar uma fotografia ou se espera pelo barco para um pequeno circuito. Apesar da extensão do percurso e de alguma inclinação em certos pontos é um passeio fácil e acessível a toda a gente. Há muitas famílias com filhos pequenos e até com carrinhos de bebé, pessoas com mobilidade reduzida, e os cães também andam por lá, à trela. Como é proibido tomar banho nos lagos... acreditem, no Verão é uma autentica tortura.

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O Plitvicka Jezera com mais de um milhão de visitantes anuais, é Património Natural Mundial da Humanidade UNESCO, desde 1979.

 

Carlos Alberto Santos

De passagem... por Zagreb, Croácia

Alto Chicapa, 31.08.17

Como quase todas as cidades, Zagreb, a capital da Croácia, tem alguns recantos interessantes.

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No entanto, sem grandes atrações turísticas, não me seduziu nem encontrei algo que a distinga em particular.

A visita começou na praça Kaptol, onde fica a Catedral da Assunção e Abençoada Maria (Marijina Uznesenja i Svetog Stjepana), símbolo de Zagreb. Devido a guerras e a alguns fenómenos naturais, foi recuperada por várias vezes.

Hoje, com as duas torres dos sinos reconstruidas, o seu interior é um grande tesouro religioso. O altar e os vitrais são lindos. No exterior, no lado esquerdo, junto ao muro, há algumas pedras e colunas antigas, gastas pelo tempo e pela má conservação durante o tempo do comunismo. Durante o terramoto de 1880, os relógios de Zagreb pararam. O da Catedral, agora exposto neste muro, parou às 07h03 marcando aquele momento.

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Logo em frente, há uma bela coluna com a imagem dourada de Nossa Senhora, no topo, cercada na base por quatro anjos. Dizem que guarda a catedral e da praça vigia tudo e todos.

Neste local, também havia um museu pouco comum. O Museu das Relações Terminadas onde se mostra o desamor e a dor ou o alívio em arte. Ganhou o Prémio Europeu de Museu mais inovador da Europa.

Seguindo uma rua perpendicular à Catedral chega-se a uma grande praça retangular, sítio onde se instala o famoso Mercado Dolac, uma feira diária de frutas, verduras e artesanato, que tinha acabado de acontecer. Também não consegui visitar a parte coberta do mercado no subsolo.

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Continuando o passeio pela Rua (Ulica) Tkalciceva, encontra-se a escultura de São Jorge a cavalo, já de capacete na mão e com o dragão vencido. Contornando São Jorge e indo ao longo do muro medieval, de defesa, ainda preservado, chega-se a uma porta da cidade chamada de Kamenita Vrata, hoje quase um santuário. Contam que o fogo destruiu tudo o que era de madeira, à exceção de um quadro da Virgem Maria com Jesus. Os moradores salvos do fogo construíram uma pequena capela no arco da porta.

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Seguindo em frente, chega-se à Praça de São Marcos localizada bem no centro da cidade alta.

No meio da praça, está a Igreja de São Marcos, com o portal mais rico e valioso da Europa Ocidental em estilo gótico. No topo estão, José, Maria e o menino Jesus e, abaixo deles, São Marcos com o leão, e ainda, os doze apóstolos ladeando o portal. O seu telhado é todo coberto com um mosaico de telhas brancas e vermelhas. Está decorado com dois antigos brasões (1499), os escudos de armas do reino Croácia, Dalmácia e Eslavónia e na parte direita o de Zagreb. Nesta praça também está o Edifício do Parlamento onde foi proclamada a separação da Croácia do reino austro-húngaro e a independência da antiga Jugoslávia.

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Logo de seguida passámos pela Igreja jesuíta de Santa Catarina, na praça com o mesmo nome, e da rua Cirilo e Metódio, chega-se à Torre Kula Lotrscak, que segundo conta a lenda um tiro certeiro de canhão, num prato de polvo, disparado desde essa torre, aterrorizou um acampamento de invasores turcos que, com medo, retiraram.

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Depois descemos muitas escadas, entre muros que cheiravam a urina, até à Praça Central Ban Jelacic, o coração de Zagreb. Um local com grandes lojas, casas de câmbio, transportes, muitas esplanadas e o hotel onde íamos pernoitar.

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 Carlos Alberto Santos

Ex-Militares da 3485 no MEO Kanal

Canal nº 888882 – Ex-Militares da 3485 no MEO Kanal