O momento justifica-o e o objecto da família, Ex-Militares da Companhia de Caçadores 3485, impõe-no. Vamos, todos, contribuir com notícias e estórias do presente e do passado.
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publicado por Alto Chicapa, em 26.09.13 às 00:01link do post | favorito

Cacho a cacho... numa espécie de união coletiva de vocabulário igual e curiosidade por GRAUS e PESOS, onde, mais tarde, o cheiro a engaço e mosto permanecem iguais.

 

É o culminar de um ano de trabalho...

 

«Uma lenda grega atribui a descoberta da videira a um pastor, Estáfilo, que ao procurar uma cabra perdida, a foi encontrar comendo parras. Colhendo os frutos dessa planta levou-os ao seu patrão, Oinos, que deles extraiu um sumo cujo sabor melhorou com o tempo».

 

O vinho a tudo tem resistido: a concorrência de outras bebidas, uma publicidade agressiva a favor da cerveja, as mudanças de hábitos alimentares nas camadas mais jovens e... a confusão entre alcoolismo e o consumo de vinho.

 

Pasteur disse um dia: «Existe mais filosofia numa garrafa de vinho que em todos os livros».

 

Apesar das crises formatadas para nos empobrecer e engordar os mercados, ainda há Setembro… Outubro… e vindimas, mas os tempos são outros… melhores... piores... cabe a cada um de nós vivê-los felizes! A minha gratidão aos amigos... de sempre!

 

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 10.10.12 às 00:20link do post | favorito

Setembro e Outubro trazem consigo o cheiro a vindimas e abre caminho direto a paisagens de cores e cheiros. Cacho a cacho... numa espécie de união coletiva de vocabulário igual e curiosidade por graus e pesos, onde, mais tarde, o cheiro a engaço e mosto permanecem iguais.

 

 

É o culminar de um ano de trabalho, de canseiras, de amor, até dizem: a vinha gosta de nos ver muitas vezes, por lá. Primeiro a poda, as vides, depois... o terreno, as ervas, os tratamentos, a desparra e... a vindima. Nove meses de preocupações com as geadas, as trovoadas, o míldio e o oídio, a seca...

 

 

 

 

Amigos, dos mais conceituados grupos mundiais de vindimadores, emigram da cidade para colherem os cachos, um a um. Todas as mãos são preciosas e a família participa como pode… é preciso merendar, almoçar e jantar, mas... sobra o tempo certo para as brincadeiras.

 

 

 

 

Ainda há Setembro… Outubro… e vindimas, mas os tempos são outros… melhores ou piores?...cabe a cada um de nós vivê-los felizes!

 

 

 

A minha gratidão aos amigos de sempre:

Casal Fernandes, Casal Marques, Casal Ferreiro, Casal Velosa, Magui, Amélia, Carlos, Horácio, e… aos mais miúdos, Margarida, Leonor, Rafael e Gabriel.

 

E... sem a minha mulher Margarida e as minhas filhas Ana e Joana tudo seria mais difícil.

 

Carlos Alberto Santos

 


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publicado por Alto Chicapa, em 26.09.10 às 01:51link do post | favorito

 

 

Sentir a paixão da vindima na aldeia de Ribafria e passar momentos inesquecíveis apanhando uvas, deixando-se levar pelo aroma da fruta, pelos ditos e conversas das pessoas, sentindo este mundo apaixonante que é o vinho, que começa na vinha, passa pela adega e termina com a sua degustação.

 

 

Neste mar de vinhas que é Alenquer, num ano com a uva no ponto de maturação certo e onde nada é deixado ao acaso, as máquinas vão substituindo a mão-de-obra (dizem, que uma só máquina colhe o equivalente a 50 pessoas/dia).

 

 

 

 

 

 

 

O que é bonito neste mundo, e anima,
É ver que na vindima
De cada sonho
Fica a cepa a sonhar outra aventura...
E que a doçura
Que se não prova
Se transfigura
Numa doçura
Muito mais pura
E muito mais nova...
(Miguel Torga)

 

 

 

 

 

 

 

Obrigado, Ana Ferreiro, Magui, Maria, Amélia, Cecília, Florinda e Ana (mãe da Joana).

 

Obrigado, Velosa, Ferreiro, Horácio, Marques, Carlos, Orlando, Flory e Anibal.

 

Finalmente, um obrigado para, as minhas filhas Joana e Ana, aos meus netos Margarida e Gabriel, ao Rafael neto do amigo Velosa e... para a minha mulher Margarida.

 

 

 

Um grande copo à vossa saúde!

 

Carlos Alberto Santos

 

 

 


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publicado por Alto Chicapa, em 05.10.09 às 23:53link do post | favorito

A freguesia de Ribafria, outrora conhecida pelo seu microclima, pela vocação agrícola e pelas suas variadas frutas onde as cerejas eram de excepção, fica na região dos vinhos de Alenquer, onde os tintos ou os brancos são de excelente qualidade, devido, essencialmente às características dos solos, à situação geográfica, ao ar vindo do mar, à Serra de Montejunto, e às castas adequadas ao padrão dos gostos actuais.
 

 

Como em muitos outros lugares, a vindima, quando não é feita como nas grandes quintas por uma máquina, é uma azáfama e uma dor de cabeça para muitas famílias ainda muito dependentes da boa vontade de familiares, amigos ou vizinhos.
 

 

Longe dos tempos em que tantas famílias eram criadas com os dividendos das colheitas, do vinho feito em casa e da aguardente, hoje raramente se vai ouvindo falar em pipas (uma pipa = 500 litros = 25 almudes de 20 litros), outros tempos… que me deixam saudades, excepto da miséria, aonde abundava o respeito, os valores e a coragem na vida das pessoas.

 


Este ano, embora com menos de metade da produção dos melhores anos, os amigos, mais uma vez, não faltaram, sem eles era impossível, valeram-me… ganharam uma carga de trabalhos e um almoço de família, churrasco, chouriço, presunto, assados, doces… e vinho da casa.

 


Obrigado, Magui, Maria, Amélia, Cecília, Florinda e Ana (mãe da Joana). Obrigado, Velosa, Ferreiro, Horácio e Marques. Finalmente, um obrigado para, as minhas filhas Joana e Ana, aos meus netos Margarida e Gabriel, ao Rafael neto do amigo Velosa e... para a minha mulher Margarida. Um copo à vossa saúde!
Para o ano há mais!
 

Carlos Alberto Santos

 


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